12 de outubro -Dia do Engenheiro Agrônomo

No dia 12 de outubro, comemoramos o “Dia do Engenheiro Agrônomo”.

A Diretoria da AEAPA cumprimenta a valorosa classe dos Engenheiros Agrônomos que através dos variados campos de atuação prestam valiosa contribuição na produção de alimentos e de produtos voltados à industrialização.

Aproveitamos para convida-lo a assistir a promoção da COFEAEAB para essa data, constante de palestra a ser proferida pelo ex-Ministro da Agricultura, Engenheiro Agrônomo Alysson Paolinelli, sob o título, “As perspectivas da categoria pós-pandemia” por meio digital.

Mediação: Gilberto Fugimoto, diretor de comunicação da COFEAEAB.

Dia 12 de outubro, às 18 horas.

Link para acesso:

https://youtu.be/Fwkz5RWmZgw

A Diretoria da AEAPA convida para o Webinar: “AMAZÔNIA: QUAIS CAMINHOS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL?”

Dois cientistas brasileiros de destaque internacional, o climatologista Carlos Nobre e o Agrônomo Alfredo Homma, respectivamente pesquisadores do Instituto de Estudos Avançados da USP e da Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (EMBRAPA) debaterão neste webinar as respostas possíveis a um dos maiores desafios que se coloca para o Brasil no século 21.

Link para acesso: https://zoom.us/download

Convite para o Webinar em arquivo PDF

Programa que criticou o agro admite que errou: ‘Queremos nos corrigir’

Após reação do setor, atração comandada por Fábio Porchat convidou especialista para debater o sistema de produção utilizado no Brasil .

O apresentador Fábio Porchat, titular do programa Papo de Segunda do canal GNT, iniciou o programa desta segunda-feira, 12, com um esclarecimento sobre o programa da semana anterior, quando foram feitas várias críticas ao agronegócio, apontado como vilão do meio ambiente.

As declarações dos apresentadores, entre eles Porchat, geraram forte reação do setor produtivo, que alegou falta de conhecimento os famosos sobre o assunto. “Recebi muitas mensagens e ligações depois daquele dia, muitas pessoas me questionaram (…). No entanto, uma delas parou para conversar comigo, foi quando eu consegui ouvir”, relatou Fábio Porchat, ao se referir ao engenheiro florestal Tasso Azevedo, líder de projeto para mapear o uso do solo no Brasil.

“Quero começar me corrigindo, pois eu disse que o cocô do boi em excesso lá no pasto, após as chuvas, corria para os rios, poluindo os rios, e depois ia para os mares, prejudicando a vida marinha. Acontece que eu vi dois documentários sobre isso, mas o meu erro foi trazer a realidade norte-americana para o Brasil, onde a maioria do gado é criada solta e não em confinamento, como é feito nos EUA, não gerando essa grande concentração de excrementos”,  disse o apresentador.

Tasso complementou esclarecendo que, no Brasil, mesmo onde há confinamento, ele é muito tecnificado e o excremento é reutilizado no pasto como forma de adubo. O especialista disse também que a poluição dos oceanos tem muito mais a ver com poluição urbana do que qualquer tipo de resíduo gerado no campo.

Gás metano?

Outro equívoco cometido por Porchat e esclarecido no programa desta segunda foi sobre o fato das flatulências dos bois prejudicarem a camada de ozônio. Em um vídeo rebatendo esta acusação, a youtuber Camila Telles já havia explicado que a maior parte dos bovinos brasileiros é criada a pasto, o que acaba equilibrando essa emissão de metano.

Tasso Azevedo, convidado do programa, foi ainda mais detalhista nessa questão que é repassada há muitos anos para atingir a agropecuária. “Na verdade, o metano vem do ‘arroto’ do gado. De fato, o gás tem uma capacidade 25% maior no aquecimento do planeta quando comparado ao CO2. Em uma conta rápida, podemos dizer que um boi produz 50 quilos de metano ao ano, que tem o efeito equivalente a uma tonelada de CO2, que é a mesma quantidade emitida por um automóvel no ano. Ou seja, um boi equivale a um carro quando o assunto é efeito estufa”, disse.

No entanto, um pasto bem manejado acaba acumulando carbono em suas raízes. “Esse pasto segura o carbono no solo e isso acaba equilibrando a emissão de metano. O que precisa ser combatido é o pasto degradado”, falou.

O engenheiro florestal ainda deixou claro que o gás emitido pelos bois não tem nada a ver com a camada de ozônio do planeta.

O agro é contra o desmatamento

Outro ponto levantado no programa foi a questão de desmatamento ilegal e como o setor do agronegócio tem reagido para que esse tipo de crime deixe de ocorrer. Segundo Tasso, há um interesse dos produtores para que a imagem do Brasil seja de um país que respeite o meio ambiente, pois isso pode ser bom, inclusive, para os negócios.

“Há um entendimento de que o crescimento por produtividade é muito mais eficiente do que o crescimento por área e o estado de São Paulo é um bom exemplo para isso, onde a cana dobrou de área, crescendo sobre o pasto e também houve aumento da área de floresta”, contou.

O convidado falou ainda do engajamento do setor produtivo no combate à grilagem de terra. “Esse desmatamento descontrolado prejudica o próprio setor. Quem faz direito acaba sendo prejudicado (…). Há um movimento para diminuir essas ações ilegais (…); o Brasil é exemplo em várias áreas, como café, cacau, papel e celulose, ou a própria cana-de-açúcar. Essas pessoas acabam sendo atingidas injustamente, mas também é preciso conviver, pois se alguém diz algo errado, é preciso esclarecer”, falou Azevedo.

Agrotóxico

Para finalizar os esclarecimentos sobre o que foi dito de errado na última semana, o programa abordou o tema agrotóxico. Na visão de muitos, os produtos são usados indiscriminadamente no Brasil, ao contrário do que fariam outros países.

Acontece que boa parte da produção brasileira é exportada e o nível de exigência dos países compradores é altíssimo em relação aos produtos. “O produtor em geral gostaria de se livrar dos agrotóxicos, pois é um insumo que custa caro. Tem uma parte que é cultura e educação, outra é necessidade e outra é inovação”, falou o especialista.

Agora mais esclarecido, o próprio Porchat refletiu sobre algumas das acusações feitas ao setor. “A gente fala da Europa, do (presidente) Macron. O Brasil autorizou o uso de agrotóxicos que são proibidos lá, mas eles compram os produtos que usam esses defensivos. Há um pouco de hipocrisia por parte dos europeus quando falam disso.”

Após um debate que durou quase 30 minutos, os apresentadores reconheceram os erros ao falar do agronegócio e se desculparam por isso. “Quando o Fábio (Porchat) começou a receber críticas, decidimos aqui entre nós que deveríamos esclarecer os erros que cometemos. Essa é uma atitude mais politicamente saudável para proposição do debate público”, concluiu Francisco Bosco, também titular do semanário.

Fonte: Canal Rural

Manejo pré-plantio e integrado: soluções contra o capim-amargoso

Por: AGROLINK COM INF. DE ASSESSORIA 
Publicado em 19/12/2018 às 23:55h

Conheça as estratégias contra daninhas resistentes

O produtor que faz o plantio da soja tem neste período uma tarefa essencial: fazer o manejo pré-plantio, de forma eficiente, para o controle de plantas daninhas. É antes da emergência da cultura que esta ação preventiva ajuda a evitar perdas em produtividade, que podem chegar a até 70% da lavoura, segundo dados da Embrapa Soja. 

O uso combinado de herbicidas, com mecanismos de ação diferentes e aplicações em momentos distintos e de forma sequencial ou rotacionada, oferece maiores chances de sucesso no controle do capim-amargoso (Digitaria insularis). 

O essencial é diversificar estes produtos dentro de um programa de aplicações. “Usar apenas o glifosato para controlar o amargoso não é o ideal. A repetição dessa prática de controle selecionou populações resistentes, que uma vez presentes na lavoura, causam a mato-competição, um problema na certa para o agricultor”, explica Eduardo Ozorio, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos na área de Herbicidas da Syngenta. 

Raio-X do amargoso

O capim-amargoso é adaptável a climas e solos variados e se desenvolve com facilidade na maioria das regiões do Brasil, principalmente no cerrado brasileiro. A planta daninha pode alcançar até 1,5 m de altura e o prejuízo varia de acordo com a densidade desta erva na lavoura. “Pelo que temos observado no campo, o amargoso deve se tornar o principal problema do produtor nos próximos anos quando falamos de plantas daninhas”, diz Eduardo Ozorio.

O amargoso é uma planta perene que, uma vez estabelecida com a formação de rizomas e touceiras, apresenta uma grande dificuldade de controle. Ele compete diretamente com a cultura por luz, água e nutrientes do solo. Ele se espalha com rapidez pelo vento e também pode ser transportado no maquinário. Além disso, a reprodução por sementes  facilita a proliferação. Cada planta pode ter até 50 mil sementes, segundo a Embrapa.

Por ser de origem tropical, o capim-amargoso se adapta ao clima da maioria das regiões produtoras do país e nasce praticamente o ano inteiro. Ele está presente principalmente nas lavouras de milho, soja e algodão. 

Lavoura Limpa

Para enfrentar problemas como o aumento de plantas resistentes ao glifosato e promover o manejo correto de plantas daninhas, como o capim-amargoso, a Syngenta dispõe de uma combinação de soluções que contribuem para o aumento da produtividade. 

Elas integram o Programa Lavoura Limpa, que reúne a eficiência tecnológica de herbicidas em um programa de manejo e monitoramento das plantas infestantes. O grande diferencial  do programa é justamente o controle em diferentes momentos e com herbicidas com modos de ação distintos, incluindo pós e pré-emergentes, resultando em um controle eficaz e que também impede a competição inicial da lavoura com a planta daninha.

No Lavoura Limpa, a orientação para o controle do capim-amargoso é fazer o manejo antecipado, em um período que varia de 10 a 15 antes do plantio da soja, com o uso combinado de Viance (cletodim) e Zapp QI (glifosato), pós-emergentes, com ação sistêmica. Posteriormente, é necessário realizar uma aplicação sequencial, no pré-plantio, 0 a 3 dias antes da semeadura da cultura, combinando produtos de contato e de pré-emergência, explica Eduardo Ozorio.

Neste caso, a Syngenta orienta o uso do Gramocil, que é um produto de contato, com ação em pós-emergência e do Dual Gold, que atua na pré-emergência e que complementa essa aplicação, sendo eficiente no controle das plantas daninhas que poderiam emergir junto com a cultura. “O Dual Gold pode ser aplicado em diversas culturas além da soja, como milho, algodão, cana-de-açúcar e feijão entre outras. Ele é altamente seletivo e possui um efeito residual de longo prazo”, lembra Eduardo. 

Para quem já fez o plantio e enfrenta problemas com o amargoso dentro da soja, a orientação é entrar diretamente com a aplicação de Viance (cletodim) e Zapp QI (glifosato). “O produtor deve sempre seguir o calendário, respeitando os diferentes momentos e modos de ação de cada produto e fazendo esse manejo de forma integrada, para que todos se complementem e tenham ações eficientes”, diz Eduardo Ozorio. 

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Agronegócio ganha apoio vindo dos céus

or: SNA – SOCIEDADE NACIONAL DE AGRICULTURA
Publicado em 24/12/2018 às 17:56h

Imagens espaciais serão utilizadas nos estudos da produção de alimentos

O agronegócio brasileiro ganhou um precioso apoio vindo das alturas. Cooperação entre a Embrapa e a Força Aérea Brasileira (FAB) vai viabilizar a operação do Carponis-1, satélite brasileiro de alta resolução, capaz de gerar imagens com detalhes de até 70 cm e de dar uma volta ao redor do planeta a cada uma hora e meia.

As imagens espaciais serão utilizadas nos estudos da produção de alimentos, fibras e energia no País. A Embrapa Territorial   (SP) utiliza imagens de satélites em seus trabalhos há quase 30 anos. No entanto, a dependência de imagens de alta resolução adquiridas por satélites controlados por outros países impõe limitações, além de custos elevados.

De acordo com o tenente Bruno Mattos, da FAB, o satélite brasileiro tem potencial para gerar uma economia de mais de 75% no custo por quilômetro quadrado das imagens, em comparação aos valores pagos pelo governo em licitações.

Até então, trabalhava-se com as imagens que estão disponíveis nos catálogos das empresas que as comercializam. Outra possibilidade é encomendar os registros, porém, isso demanda tempo entre a solicitação e a entrega.

A operação de um satélite pelo Brasil possibilitará mais autonomia e rapidez. “Poderemos programar e direcionar o satélite para aquisição de imagens de alvos específicos. Isso evitará a compra de imagens obsoletas e otimizará o tempo de resposta no recebimento dessas imagens”, observa a chefe-adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Territorial, Lucíola Magalhães. Ela também é membro do Grupo de Assessoramento da Comissão de Coordenação de Implantação de Sistema Espaciais, colegiado que articula o Programa Estratégico de Sistemas Espaciais (PESE).

ILPF e aquicultura

O diferencial do Carponis-1 está na alta resolução espacial e temporal. A previsão é que os sensores acoplados ao satélite gerem imagens nítidas abaixo de um metro e com intervalo de três a cinco dias. Hoje, o Brasil opera apenas um sistema espacial, em parceria com a China. Mas a melhor resolução obtida a partir dele é de cinco metros e intervalo de até 26 dias entre os registros.

Para se ter uma ideia do ganho com a escala submétrica, nas imagens com resolução de quatro metros, cada pixel equivale a uma área de 16 metros quadrados. Já as de um metro de resolução refletem 1 metro quadrado por pixel. Com imagens melhores e mais facilmente disponíveis, a Embrapa Territorial espera avançar, por exemplo, no monitoramento das áreas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), sistema produtivo em expansão no País.

“É muito difícil com satélites de média resolução conseguir identificá-las. Mesmo com os de alta resolução, esse mapeamento não vai ser uma tarefa simples”, adianta Magalhães.

Os trabalhos com aquicultura também seriam beneficiados com um satélite brasileiro de alta resolução. Atualmente, a Embrapa está desenvolvendo um sistema de inteligência territorial estratégico para o segmento. O primeiro passo é identificar, em imagens espaciais, a localização dos tanques escavados para criação de animais aquáticos.

“Quando você trabalha com imagens de média ou baixa resolução, é difícil ter certeza de que determinado ponto corresponde a um tanque para aquicultura, tendo em vista os diferentes tipos existentes”, conta a chefe-adjunta. A expectativa é que, com material de melhor definição, o trabalho ganhe assertividade.

Registrado primeiro biofertilizante do Brasil

Por: AGROLINK –Leonardo Gottems
Publicado em 20/12/2018 às 11:34h

Produzido por meio da fermentação biológica do melaço de cana

Foi registrado pela empresa brasileira Microquimica o primeiro “biofertilizante” desenvolvido no País. Trata-se do Vorax (L-glutâmico), produto com ação bioestimulante produzido a partir de um processo de fabricação envolvendo fermentação biológica.

O diretor técnico da empresa, Roberto Berwanger Batista, revela que o registro não é um marco apenas para a Microquimica: “É também para a agricultura brasileira e para o setor de fertilizantes, pois abre oficialmente uma nova classe de produtos regulamentados para uso no país, que auxiliam as plantas a expressarem seu potencial produtivo e adicionalmente ajudam a tornar a agricultura mais sustentável”

Ele revela que o processo levou mais de cinco anos para ser concluído, com muitas pesquisas em várias culturas e alto investimento.  “Temos ensaios agronômicos que posicionaram o Vorax em 10 cultivos agrícolas diferentes, que atestam sua eficiência, trazendo grande segurança ao agricultor e ótimos retornos financeiros”.

O biofertilizante Vorax é produzido por meio da fermentação biológica do melaço de cana para estimular o metabolismo das plantas e reduzir perdas de produtividade. Sua dose é bastante reduzida e seus efeitos nas plantas é diferente dos fertilizantes convencionais, que se baseiam nas quantidades necessárias de nutrientes.

Batista destaca que o principal ingrediente ativo do produto, o aminoácido chamado ácido L-glutâmico, age diretamente no metabolismo vegetal. “Esses efeitos são bastante diferentes dos nutricionais e são observados com doses muito baixas de aplicação. As doses variam de 30 a 100 ml por hectare e ativam três metabolismos nas plantas, do nitrogênio, do carbono e o oxidativo, gerando maior crescimento e produtividade”, conta Batista, que afirma que este é o grande diferencial do produto, que motivou a busca do enquadramento na classe adequada. “E essa classe é a de Biofertilizantes, não a de Fertilizantes”.

A Microquimica revela que investiu perto de R$ 1 milhão em pesquisas, análises e estrutura ao longo desse processo de registro. “Esse valor é algo impensável em se tratando de fertilizantes, onde os registros são obtidos praticamente sem custos inerentes ao processo. Por isso o registro é bastante relevante para nós, pois nos mostra que com nossa convicção e resiliência, finalmente, chegamos ao resultado que pretendíamos”, diz Batista.

De acordo com ele, com o registro, as vendas também devem ser bastante expressivas: “Como atuamos em praticamente todo o país, nas principais culturas, nossa expectativa é tratar, já na safra 2018\2019, até um milhão de hectares, com maior peso da cultura da soja, onde temos 28 trabalhos, com incremento médio de cinco sacos por hectare, frente um custo adicional, de cerca, de 17 kg de grãos de soja. É um retorno acima de 20 vezes o investimento, bastante vantajoso para o produtor rural”.

Embrapa registra nematoide para controle biológico

Por: AGROLINK –Leonardo Gottems
Publicado em 19/12/2018 às 14:20h

O produto foi registrado na categoria “Agricultura Orgânica – Produtos Fitossanitários com Uso Aprovado para a Agricultura Orgânica”

O nematoide Deladenus siricidicola, que é principal forma de combate à vespa-da-madeira, conseguiu o seu registro junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Agora chamado comercialmente de Nematec, o novo produto promete um controle eficáz a esta praga que está causando prejuízos em vários dos plantios de pínus no país,

De acordo com Marcelo Bressan, Auditor Fiscal Federal Agropecuário do Mapa, o processo de registro levou seis anos e passou por diversas fases de análise. “A ação da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) para registrar o produto demonstra a seriedade do trabalho em cumprimento à legislação brasileira, além de ser um ponto importante para ajudar a difundir a tecnologia, que agora possui rótulo, bula com indicação de uso, entre outros requisitos importantes”, comenta. 

Segundo as informações divulgadas pela Embrapa, o produto foi registrado na categoria “Agricultura Orgânica – Produtos Fitossanitários com Uso Aprovado para a Agricultura Orgânica”. Nesse cenário, o Mapa informou que “os agrotóxicos ou afins que tiverem em sua composição apenas produtos permitidos na legislação de orgânicos, recebem, após o devido registro, a denominação de produtos fitossanitários com uso aprovado para a agricultura orgânica”. 

O Chefe-geral da Embrapa Florestas, Edson Tadeu Iede, ressalta a importância dessa aprovação dizendo que a vespa-da-madeira é a principal praga de plantios de pinus no País. “Chegamos a uma média de 70% de parasitismo da praga e, em alguns locais, a até 100%. O uso do Nematec é extremamente eficaz, além de não prejudicar o meio ambiente”, indica.