PIB da agropecuária terá aumento mais modesto, abaixo de outros setores, prevê Ipea

SÃO PAULO/RIO DE JANEIRO (Reuters) – O Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuária do Brasil poderá crescer até 2 por cento em 2019, após um crescimento de 0,9 por cento estimado para 2018, de acordo com projeções divulgadas nesta quinta-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), fundação vinculada ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

O Ipea disse ainda, com base em projeções de produção da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que a perspectiva é de que o setor agropecuário apresente crescimento abaixo da média da economia, após ter sido um destaque positivo em anos de recessão econômica no Brasil. De outro lado, há expectativa de recuperação em outros segmentos econômicos.

“A base (da agropecuária) é muito elevada em 2017 e o PIB agro cresceu naquele ano 12 por cento, e o sarrafo (base) ficou alto. O nosso cenário é bom, mas pode ser revisado mais para frente”, disse o economista e diretor do Ipea, José Ronaldo de Castro, a jornalistas nesta quinta-feira, explicando o crescimento mais baixo projetado para 2018.

O Ipea prevê que o PIB do Brasil cresça 1,3 por cento este ano e 2,7 por cento, em 2019.

Ele citou ainda alguns problemas registrados na indústria de carne de frango, um mercado que o Brasil lidera na exportação, mas que teve retração em embarques neste ano, em meio a embargos da União Europeia. A greve dos caminhoneiros em maio também afetou o setor.

Castro citou ainda a forte concorrência da Ásia no mercado de açúcar, outro produto em que o Brasil detém uma liderança. As exportações brasileiras vão despencar em 2018.

“Há dificuldades de penetração da carne de frango do Brasil por conta de barreiras não tarifárias gerando um impacto direto no desempenho e causando até o fechamento de plantas industriais aqui no Brasil dedicadas ao abate de animais”, disse.

Os embarques de carne de frango do Brasil devem fechar 2018 em queda de 5,1 por cento, uma retração maior do que a esperada, segundo a associação do setor ABPA.

“No caso da cana-de-açúcar, vê-se um aumento da oferta global e concorrência dos asiáticos, que cresceu fortemente e jogou o preço do açúcar para baixo…”, completou.

Do lado positivo, o Brasil ampliou fortemente seus embarques de soja e carne bovina em 2018, mercados que foram beneficiados pelo crescimento de embarques para a China. As exportações desses produtos bateram recordes neste ano.

De qualquer forma, ele vê a possibilidade de uma melhora na projeção, dependendo do clima para o desenvolvimento da safra atual.

Considerando dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as previsões para o PIB da agropecuária são mais modestas, de aumento de 0,6 por cento em 2018 e de 0,9 por cento em 2019.

Fonte: noticiasagricolas.com.br

Embrapa registra nematoide para controle biológico

Por: AGROLINK –Leonardo Gottems
Publicado em 19/12/2018 às 14:20h

O produto foi registrado na categoria “Agricultura Orgânica – Produtos Fitossanitários com Uso Aprovado para a Agricultura Orgânica”

O nematoide Deladenus siricidicola, que é principal forma de combate à vespa-da-madeira, conseguiu o seu registro junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Agora chamado comercialmente de Nematec, o novo produto promete um controle eficáz a esta praga que está causando prejuízos em vários dos plantios de pínus no país,

De acordo com Marcelo Bressan, Auditor Fiscal Federal Agropecuário do Mapa, o processo de registro levou seis anos e passou por diversas fases de análise. “A ação da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) para registrar o produto demonstra a seriedade do trabalho em cumprimento à legislação brasileira, além de ser um ponto importante para ajudar a difundir a tecnologia, que agora possui rótulo, bula com indicação de uso, entre outros requisitos importantes”, comenta. 

Segundo as informações divulgadas pela Embrapa, o produto foi registrado na categoria “Agricultura Orgânica – Produtos Fitossanitários com Uso Aprovado para a Agricultura Orgânica”. Nesse cenário, o Mapa informou que “os agrotóxicos ou afins que tiverem em sua composição apenas produtos permitidos na legislação de orgânicos, recebem, após o devido registro, a denominação de produtos fitossanitários com uso aprovado para a agricultura orgânica”. 

O Chefe-geral da Embrapa Florestas, Edson Tadeu Iede, ressalta a importância dessa aprovação dizendo que a vespa-da-madeira é a principal praga de plantios de pinus no País. “Chegamos a uma média de 70% de parasitismo da praga e, em alguns locais, a até 100%. O uso do Nematec é extremamente eficaz, além de não prejudicar o meio ambiente”, indica.

AEAPA entrega outorgas a profissionais de destaque em 2018

A Associação dos Engenheiros Agrônomos do Pará (Aeapa) entregou as outorgas do ano de 2018, em que reconhece os profissionais que tiveram destaque na área da agronomia no Pará, na noite desta sexta-feira (30). Ao todo, dezessete profissionais receberam homenagens.

Presidente da Aeapa, Mérisson Rezende de Morais, conta que a premiação é importante para que profissionais do ramo tenham o trabalho reconhecido. “A importância disso é valorizar o profissional da agronomia do estado do Pará. Essa missão é o que faz a associação existir, no sentido de valorizar o profissionais que se destacam no ramo profissional, mas também aqueles que dão uma grande colaboração à classe agronômica”, ressalta. 

Neste ano, Dilson Augusto Capucho Frazão foi o escolhido para receber a comenda de Engenheiro Agronômo de 2018. “Esse é um prêmio que realmente nos envaidece pelo reconhecido da Associação dos Engenheiros Agrônomos pelo trabalho que nós temos realizado ao longo de tantos anos de profissão”, conta o engenheiro, que já soma 50 anos de profissão e trabalhou, por muito tempo, na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). 

REITOR DA UFRA É ESCOLHIDO ENGENHEIRO AGRÔNOMO DO ANO DE 2017 PELA AEAPA

Foi realizada na noite da última quarta-feira, 13, em Belém, a solenidade de entrega de comendas em homenagem aos profissionais da Agronomia e do Agronegócio do ano de 2017, promovida pela Associação dos Engenheiros Agrônomos do Pará (AEAPA). A principal comenda da noite, a de Engenheiro Agrônomo do Ano, foi concedida ao Reitor da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), Professor Marcel do Nascimento Botelho. A cerimônia, realizada anualmente, ocorreu na sede do Clube dos Engenheiros do Pará.

A honraria é concedida àqueles profissionais que se destacaram na área da Agronomia no estado, e a escolha é feita pelos decanos da Associação. “O nome do professor Marcel foi aclamado. Ele é engenheiro agrônomo, um excelente professor, uma pessoa dedicada à carreira acadêmica e conhecedor da realidade agropecuária do Pará. E tem um diferencial, que é a habilidade de ser um grande articulador. Para a sociedade agronômica é uma honra e um prazer ter um engenheiro agrônomo na Reitoria da Ufra”, afirmou o presidente da AEAPA, Mérisson Rezende de Morais.

A comenda foi entregue ao Professor Marcel Botelho pelo presidente da entidade, juntamente com o presidente da Federação de Agricultura do Pará (FAEPA), Carlos Fernandes Xavier, e com o pai do homenageado, o também engenheiro agrônomo Celso Iran Puget Botelho.

Para o Reitor, a honraria não é apenas uma satisfação pessoal: “Receber essa homenagem enquanto reitor engrandece muito também a nossa Universidade. Para uma instituição que tem no agrário a sua raíz, esse prêmio reforça a nossa Universidade como uma protagonista no setor agropecuário do estado”, disse ele, afirmando que a Ufra é uma das grandes responsáveis pela formação dos agrônomos da Amazônia brasileira.

Para o Professor José Maria Hesketh Conduru, que também esteve presente na cerimônia, é inegável o mérito do Reitor da Ufra, e acrescenta que o prêmio é também um reconhecimento de tudo o que a Ufra representa como entidade que forma profissionais de agronomia na região. “Nós vivemos um momento muito especial porque a Ufra teve o seu curso de pós-graduação classificado com a maior nota da Capes, que é a nota 5. Isso mostra a pujança do curso de Agronomia, que, apesar de ser o mais antigo, ainda é aquele que tem mais vigor”.

Durante o discurso de agradecimento, o Reitor destacou a importância de todos os que, de alguma maneira, participaram de seu percurso acadêmico-profissional. “É preciso reconhecer a colaboração dos mestres, colegas de turma, alunos, ex-alunos e colegas de profissão. Todos vocês de alguma forma contribuíram com a minha formação”. E finalizou: “Se tivesse a chance de começar de novo, eu certamente começaria pela Agronomia. Todas as profissões são importantes, mas sem alimento nenhuma delas sobrevive, e nós somos os responsáveis pela produção de alimentos no mundo. Essa é a nossa missão, e é isso o que faz o mundo cada vez melhor. Esse prêmio eu divido com todos os engenheiros agrônomos e todos aqueles que me ajudaram a chegar aqui”.

Durante a solenidade, outro docente da Universidade, o Professor Breno Colonnelli do Campus de Paragominas, foi um dos agraciados com a comenda de Mérito Agronômico da AEAPA. “O reconhecimento é algo que todos nós trabalhamos bastante para ter, e eu vejo a Ufra como a protagonista na área da Agronomia. A gente forma os agrônomos – eu mesmo sou formado pela instituição -, e eu não poderia receber essa homenagem ser dar o devido mérito à Universidade”, declarou.

A Diretoria da Associação também fez uma homenagem ao Professor aposentado da Ufra Walmir Hugo dos Santos, que foi um dos fundadores da entidade. Além de reconhecer os profissionais, a cerimônia também celebrava o aniversário de 50 anos da AEAPA. Entre as comendas entregues estavam também as de mérito acadêmico, menção honrosa institucional, produtor familiar, imprensa e produtor do agronegócio empresarial. O prêmio de Engenheiro Agrônomo do Ano foi o último da noite a ser anunciado.

Também participaram do evento o Professor Luiz Gonzaga da Silva Costa e a Pró-Reitora de Assuntos Estudantis da Ufra, Professora Iris Lettiere da Silva.

Exercício Profissional

Falar sobre o exercício profissional, voltamos nosso pensamento para os dispositivos legais, que norteiam as profissões do sistema CONFEA/CREA, que durante os setenta anos, cumpriu seus objetivos em consonância com, Leis, Decretos, Resoluções, Atos e outras diretrizes que impõem direitos e deveres aos profissionais para o bom desempenho de suas funções junto à sociedade.

     Ao longo do tempo, foram criadas novas profissões, cada uma com seu Decreto regulamentador, porém o geral fica por conta da Lei 5.194/66 de 24 de dezembro de 1966, que habilita e da atribuições aos profissionais da área tecnológica do país.

     O exercício profissional da engenharia, arquitetura e agronomia está ancorado dentro de um grande sistema, o sistema CONFENCREA, que por sua vez está sustentado em quatro subsistemas, passando pela: formação profissional, relações sociais, relações trabalhistas e finalmente o subsistema de fiscalização.

     A formação profissional – A escola é a grande responsável, a base da formação, indo desde o ensino fundamental até a formação universitária, dando competência aos profissionais, pois sem ela não teríamos os conselho.

      O subsistema de relações sociais -formado pelas associações, entidades de classe de cada categoria profissional, cujo objetivo fim é a busca da valorização profissional.

       Subsistema de relações trabalhistas -Também como a associações, são formadas por agrupamentos de profissionais, de várias outras categorias, cujo objetivo principal é a defesa do cumprimento dos dispositivos legais em favor dos profissionais na área trabalhistas, tendo como base mais forte entre outras, a luta pelo cumprimento junto as empresas a aplicação da Lei 4.950 A/66que dispõe sobre o salário mínimo profissional.

      Subsistema de Fiscalização – Constituído pelo Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA e pelos Conselhos Regionais de Engenharia Arquitetura e Agronomia, em cada estado – os CREA’ s, que além da fiscalização é a instituição responsável pela normatização, habilitação e atribuição profissional, uma vez que, nenhum profissional poderá exercer sua profissão se não estiver registrada em seu conselho de classe, sob pena de ser autuado por exercício ilegal da profissão.

         Todos esses subsistemas que seriam ou são os pilares do sistema CONFEA/CREA, ao longo tempo vem se distanciando, provocando polemicas entre profissões, fato que grande parte de profissionais, talvez por desconhecimento tem mantido o firme propósito pela criação de seu Conselho especifico.

        A realidade é que os tempos mudaram, o mundo se interagiu, a área tecnológica se transformou com grande velocidade, e o sistema de formação profissional, ficou estagnado, sucateado, não acompanhou a evolução tecnológica, deixando o sistema CONFEA/CREA, a mercê de pressões das entidades de classe, que em alguns casos o na maioria impõem um corporativismo desviando o bom senso, desconhecendo as inovações e transformações tecnológicas.

         O mundo moderno, tem nos ensinado, que hoje o diploma, já não fica restrito apenas ao curso realizado, mais sim na busca de constantes atualizações, na reciclagem, cursos seqüenciais, com objetivo de acompanhar os avanços nas áreas de novos conhecimento de forma que não venha perder parte das atribuições dentro de sua modalidade, “não é o grande que engole o pequeno, mais sim o veloz que devora o lento”. Diante das transformações do dia adia, a entidade maior que regula todo o tipo de profissão o chamado “mercado” , é quem seleciona o profissional que lhe interessa, analisando sua competência, habilitação, formação ética, social, ambiental e sobretudo a sua legalidade junto ao seu Conselho.

            Fica a mensagem para os subsistemas, que formam e que dão sustentação para a existência do sistema, refletirem e reavaliarem suas participações como responsáveis pela existência dos Conselhos, principalmente o subsistema de formação profissional, que além da aplicação do conteúdo técnico/cientifico, deveria orientar o formando para a sua nova trajetória, a vida profissional, talvez a classe tecnológica fosse efetivamente reconhecida como de fundamental importância para a sociedade.

O Engenheiro Agrônomo

agronomia ou engenharia agronômica combina conhecimentos das ciências exatas, naturais, econômicas e sociais para melhorar a qualidade e produtividade de plantações, rebanhos e produtos agropecuários.

O agrônomo ou engenheiro agrônomo é um profissional de nível superior capaz de atuar em todas as etapas do agronegócio, desde o plantio da lavoura e criação dos animais até a industrialização, armazenamento, distribuição e comercialização de produtos e propriedades rurais de todos os portes, fazendas, granjas, abatedouros, indústria alimentícia, de sementes, de defensivos agrícolas e de rações, setor sucroalcooleiro, órgãos de defesa sanitária e universidades são alguns dos campos de atuação do agrônomo, que pode ainda exercer a profissão de forma autônoma como consultor.

O mercado de trabalho para o agrônomo está aquecido e os salários, mesmo para quem inicia na carreira, são atrativos.

Salário Mínimo Profissional do Agrônomo

De acordo a Lei 4.950-A/66, de 1966, que regulamenta a remuneração dos profissionais diplomados em Engenharia, Química, Arquitetura, Agronomia e Veterinária, a tabela salarial do profissional de agronomia está vinculada ao valor do salário mínimo vigente e à jornada diária do profissional, independentemente do seu local de atuação.
A profissão de engenheiro agrônomo tem se especializado cada vez mais e aberto a cada dia diferentes postos de trabalho. Aquela imagem tradicional do Agrônomo da extensão, no meio da lavoura, não foi de todo extinta, mas muitos deixaram as botas de lado. Temos agrônomos fazendo análise de mercado, em atraentes laboratórios de genética, cuidando de pragas urbanas, de resíduos tóxicos, de certificação de alimentos orgânicos e em ONGS – Organização não Governamental atentas a problemas ambientais provocados pela prática agrícola, sob tamanha diversificação da profissão sentimos todos a mudança, passando por três grandes impactos: do agrobusiness, da biotecnologia e da sustentabilidade ambiental e social.

A Agronomia

Na sua origem, a palavra Agrônomo designava, em Atenas, o magistrado encarregado da administração da periferia agrícola da cidade. Com esse sentido, a palavra passou a outras línguas, já na Idade Média (anos 1300). Na Europa, e na França em particular, o termo AGRÔNOMO surge nos dicionários a partir de meados dos anos 1700, com o sentido de “técnico que entende de agricultura” ou “aquele que escreve sobre agronomia”. Nesta época surge também a expressão “agricultor físico” significando “aquele que estuda cientificamente a natureza”.

A palavra agronomia se impõe mais lentamente que o termo agrônomo. Lavoisier, que demonstrou um senso aguçado em relação aos problemas agronômicos de sua época, utilizou unicamente o termo “economia política”, visto ao amplo sentido dado na época ao termo agronomia, comportando o comércio e o ofício da agronomia. A agronomia torna-se “oficial” primeiramente na Europa, em 1848, com a Fundação na França do Instituto Nacional Agronômico de Versailles (1848-1852).

Porém, a prática da agricultura tem mais de 10 mil anos e é por causa dela que a humanidade chegou aonde chegou. Ao deixar de ser apenas coletor e caçador e passar a produzir seu próprio alimento, talvez o ser humano tenha dado seu mais importante passo sobre a face da Terra. Se antes os homens gastavam todo o seu tempo e preocupação para procurar o que comer, com a agricultura, uns tantos puderam produzir alimento para os demais e com isso sobrou tempo livre para se criarem novas atividades, instrumentos, tecnologias e ainda diferentes formas de organização social. Já a agronomia foi organizada há cerca de 200 anos, apenas com a atribuição de estudar cientificamente a agricultura e também abastecer uma sociedade cada vez mais urbanizada. Em menos de dois séculos, a agronomia contribuiu para uma profunda alteração nas formas de produção agrícola. De prática e saber milenares que visavam sustentar a vida humana com produção de alimentos, a agricultura passou a ser um sistema intricado de relações e negócios, que objetiva agora não apenas produzir alimentos, mas mercadoria agrícola e lucro.

A AEAPA

Associação dos Engenheiros Agrônomos do Pará. Originou-se do desmembramento da “Sociedade dos Agrônomos e Veterinários do Pará”. Após a separação, foi criada uma junta governativa constituída por 03 (três) associados quites e em pleno gozo de seus direitos sociais, para dirigir os rumos da nova Associação até que se constituísse uma Diretoria em Assembléia Geral.
O desmembramento ocorreu em uma reunião no dia 17 de novembro de 1967, após qual foi filiada a Federação doas Associações dos Engenheiros Agrônomos do Brasil (FAEAB).