DOUTORANDA DA UFRA É SELECIONADA EM DESAFIO DE LÍDERES DO AGRONEGÓCIO

A discente de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Agronomia da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra),Letícia Cunha da Hungria, foi um dos quatro selecionados para representar o Pará na etapa nacional do Programa CNA Jovem, edição 2019, que está ocorrendo em Brasília (DF). Trata-se de uma iniciativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), que busca descobrir e incentivar jovens com potencial para assumir papeis de liderança no setor agropecuário brasileiro, nos âmbitos institucional, sindical, político-partidário, educacional e empresarial.

O programa é voltado para brasileiros com idade entre 22 e 30 anos, com formação técnica ou superior. Letícia conta que, para chegar à etapa nacional, passou por um processo seletivo com duração de um ano, realizado em todo o Brasil através de um curso EAD sobre liderança empreendedora. O curso teve mais de 100 indicações ao SENAR somente no Pará. Em 2018, foram realizadas três etapas locais, durante as quais os participantes foram preparados com cursos que abrangiam desde oratória até o desenvolvimento de propostas para os mais diversos problemas relacionados ao agronegócio. Ao final, quatro jovens foram selecionados, sendo que a estudante da Ufra foi indicada pela Associação dos Engenheiros Agrônomos do Pará.

Cada participante elaborou um plano de ação. O plano de Letícia contemplava uma estratégia com o objetivo de transformar a economia atual (economia linear) em economia circular no setor rural brasileiro. “A economia circular é fundamental para atribuir maior vida útil aos recursos de produção, reduzir a pressão sobre a obtenção de matéria-prima e agregar valor ao produto”, explica. A ideia da doutoranda é realizar isso dentro das propriedades rurais. “Por exemplo, todo e qualquer resíduo gerado nas cadeias produtivas deve retornar ao processo produtivo, seja por meio de compostagem, biocarvão ou outras biotecnologias. Meu projeto piloto será a cadeia de açaí, utilizando uma plataforma criada por mim para mapear as principais propriedades produtoras de açaí. A ideia é agregar valor comercial e atribuir a pegada ambiental e de marketing, que pouco se vê no estado”, conta.

A etapa nacional, em Brasília, está em andamento até julho de 2019. No primeiro encontro, os 61 participantes de todos os estados do país puderam conhecer o processo legislativo na Câmara dos Deputados para aprovação de um Projeto de Lei (PL) e vivenciaram uma simulação de tramitação de um PL. Os próximos encontros do programa ocorrerão nos meses de abril, maio e julho.

Para ela, tem sido uma experiência gratificante poder contribuir para o agronegócio brasileiro. “Vamos consolidar o nosso lugar de potência na produção agropecuária. Poder linkar o que amo fazer com algo muito necessário para a turbinada que o agronegócio brasileiro precisa é uma oportunidade edificante para minha trajetória, tanto acadêmica quanto profissional”, afirma. Embora o espírito de liderança seja natural para a jovem, ela conta que a Ufra desempenhou um papel fundamental para a consolidação desse aspecto em quase oito anos de vínculo que tem com a instituição. Na Universidade ela cursou graduação em Agronomia, mestrado e, hoje, doutorado. “Carrego e sempre carregarei uma bagagem de conhecimento e experiência que adquiri com excelentes profissionais da Universidade”, diz Letícia Hungria.

O Programa CNA Jovem está na 3ª edição e, este ano, oferece uma premiação para o melhor desafio em grupo. Os vencedores terão a oportunidade de ter o seu projeto executado, com apoio da CNA, além de participar de um congresso que acontecerá em São Paulo, no mês de outubro, com autoridades da área. Já os três primeiros colocados individuais do programa, que serão avaliados por critérios de liderança, ganharão uma viagem para conhecer o Vale do Silício, na Califórnia (EUA).

CNA Jovem 2019 2

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA ABRE SELEÇÃO PARA 2019

A Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), por meio da Pró-Reitoria de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico (PROPED) e do Instituto de Ciências Agrárias (ICA), divulgou edital de seleção das turmas de Mestrado e Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Agronomia (PgAGRO), para ingresso em março de 2019 – Campus Belém.

As inscrições seguem até o dia 01 de fevereiro de 2019. O processo seletivo é destinado a candidatos com formação em Ciências Agrárias (Agronomia, Engenharia Cartográfica e de Argimensura, Engenharia Florestal, Engenharia de Pesca, Medicina Veterinária e Zootecnia), Ciências Biológicas, Ciências Ambientais ou áreas afins (Ciências Exatas, Engenharias e Ciências Sociais Aplicadas).

São ofertadas 25 vagas, sendo 14 para Mestrado e 11 para Doutorado.

Confira:

EDITAL 01/2019 – PGAGRO – PROCESSO SELETIVO MESTRADO E DOUTORADO

MP 870 DETERMINA RETORNO DA CEPLAC COMO ORGÃO SINGULAR AUTÔNOMO

Contrariando as expectativas de um possível rebaixamento de classificação no MAPA, foi publicada no dia 01/01/2019 MP 870, em que se determina o retorno da CEPLAC como órgão singular autônomo. Todos os componentes da atual gestão da entidade, desempenharam papel fundamental para tomada de decisão dos governantes, destacando o Diretor Geral Juvenal Maynard.  

A medida faz parte dos primeiros atos do governo Bolsonaro que apresenta um forte propósito em fortalecer o setor.  

FONTE: mercadodocacau

Ministério da Agricultura será responsável por reforma agrária, terras indígenas e quilombos

(Reuters) – O Ministério da Agricultura no governo do presidente Jair Bolsonaro será responsável pelas terras indígenas e quilombolas e terá o comando do Serviço Florestal Brasileiro, responsável pela gestão das reservas naturais, de acordo com medida provisória publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira.

Durante a campanha, Bolsonaro deu sinais de que buscaria o aproveitamento econômico das áreas indígenas, tanto pela agricultura como para exploração mineral.

De acordo com a medida provisória publicada no DO, o ministério da Agricultura ficará responsável pela “identificação, delimitação, demarcação e registros das terras tradicionalmente ocupadas por indígenas”, e também em áreas ocupadas pelos remanescentes das comunidades dos quilombos.

Também ficarão sob responsabilidade da pasta reforma agrária, regularização fundiária de áreas rurais e a Amazônia Legal, de acordo com a MP.

A medida provisória, que estabelece a organização básica dos órgãos da Presidência da República e dos ministérios no governo Bolsonaro, também determina que o Serviço Florestal Brasileiro, atualmente vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, ficará a cargo do Ministério da Agricultura.

O Serviço Florestal tem como objetivo promover o uso sustentável e a ampliação da cobertura florestal.

Ao tomar posse, nova ministra da Agricultura diz que Brasil é ‘modelo’ em preservação ambiental

A nova ministra da Agricultura, Teresa Cristina, disse nesta quarta-feira (2) em discurso de posse no ministério, que o Brasil é “modelo” em preservação ambiental.

Deputada federal (DEM-MS) licenciada do mandato, Tereza Cristina é da bancada ruralista da Câmara.

No discurso de posse, a ministra defendeu uma “política focada nos interesses comerciais do Brasil” e que o país não pode “jamais” ser classificado como “transgressor” ou ser “recriminado” em relação à preservação ambiental.

Leia a notícia na íntegra no site do G1

Brasil pode ter a maior safra da história em 2019, afirma Roberto Rodrigues

Fonte: noticiasagricolas.com.br

As perspectivas para o agronegócio no Brasil em 2019 são muito boas. É o que afirma Roberto Rodrigues, Coordenador do Centro de Agronegócio da FGV e ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Segundo ele, se não tivermos empecilhos com o clima devemos colher a maior safra da história. Serão cerca de 240 milhões de toneladas de grãos e 640 milhões de toneladas de cana. O ex-ministro espera mais de 1 bilhão de toneladas em produtos agrícolas no próximo ano.

Apesar disso, Rodrigues acredita que alguns problemas devem persistir. A logística não foi resolvido, o frete ficou mais caro — principalmente com a instituição da tabela de frete, após a greve dos caminhoneiros em maio de 2018 — e os fertilizantes ficaram mais caros. Esses empecilhos devem diminuir as margens do produtor.

Leia a notícia na íntegra no site do Globo Rural

Aprovação de cadastro de exportadores e importadores levará apenas um dia

Os exportadores e importadores de produtos de interesse agropecuário vão se beneficiar com redução do prazo atual de três dias para apenas uma dia na análise do cadastro de habilitação exigido para o embarque de produtos. O coordenador substituto do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Paulo Campani, explica que com a atualização de procedimentos criados por meio da Instrução Normativa 61, publicada nesta quinta-feira (27),o cadastro será integrado com as plataformas informatizadas do Sistema de Informações Gerenciais do Trânsito Internacional de Produtos e Insumos Agropecuários (SIGVIG), da Receita Federal e do Portal Único de Comércio Exterior.

Além disso, se a empresa já for habilitada pela Receita para operações de comércio exterior não será exigida nova habilitação. O cadastro continuará tendo validade de cinco anos. Depois deste prazo deverá ser renovado.

A medida envolve a eliminação da exigência de procurações, contrato social, habilitação de pessoas e análises junto aos diversos órgãos do governo envolvidos no comércio exterior. Também serão liberados os servidores das unidades do Vigiagro, da análise de documentos. Eles ficarão voltados à fiscalização e vigilância agropecuária. “A simplificação do cadastro racionaliza o serviço público e diminui os custos do setor privado”, explica Campani.

As unidades de fronteira do Vigiagro serão as mais beneficiadas, pois a maioria delas não tem pessoal administrativo suficiente para execução de trabalho burocrático e depende dos auditores fiscais federais agropecuários (AFFAs) para esta tarefa.

Outra inovação da IN 61 é que fica regulamentada a atividade de auxiliar de despachante aduaneiro. Esses servidores participavam da fiscalização agropecuária e agora  ficarão encarregados do recebimento e entrega de documentos e acompanhamento das inspeções feitas pelos auditores fiscais federais agropecuários.

Manejo pré-plantio e integrado: soluções contra o capim-amargoso

Por: AGROLINK COM INF. DE ASSESSORIA 
Publicado em 19/12/2018 às 23:55h

Conheça as estratégias contra daninhas resistentes

O produtor que faz o plantio da soja tem neste período uma tarefa essencial: fazer o manejo pré-plantio, de forma eficiente, para o controle de plantas daninhas. É antes da emergência da cultura que esta ação preventiva ajuda a evitar perdas em produtividade, que podem chegar a até 70% da lavoura, segundo dados da Embrapa Soja. 

O uso combinado de herbicidas, com mecanismos de ação diferentes e aplicações em momentos distintos e de forma sequencial ou rotacionada, oferece maiores chances de sucesso no controle do capim-amargoso (Digitaria insularis). 

O essencial é diversificar estes produtos dentro de um programa de aplicações. “Usar apenas o glifosato para controlar o amargoso não é o ideal. A repetição dessa prática de controle selecionou populações resistentes, que uma vez presentes na lavoura, causam a mato-competição, um problema na certa para o agricultor”, explica Eduardo Ozorio, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos na área de Herbicidas da Syngenta. 

Raio-X do amargoso

O capim-amargoso é adaptável a climas e solos variados e se desenvolve com facilidade na maioria das regiões do Brasil, principalmente no cerrado brasileiro. A planta daninha pode alcançar até 1,5 m de altura e o prejuízo varia de acordo com a densidade desta erva na lavoura. “Pelo que temos observado no campo, o amargoso deve se tornar o principal problema do produtor nos próximos anos quando falamos de plantas daninhas”, diz Eduardo Ozorio.

O amargoso é uma planta perene que, uma vez estabelecida com a formação de rizomas e touceiras, apresenta uma grande dificuldade de controle. Ele compete diretamente com a cultura por luz, água e nutrientes do solo. Ele se espalha com rapidez pelo vento e também pode ser transportado no maquinário. Além disso, a reprodução por sementes  facilita a proliferação. Cada planta pode ter até 50 mil sementes, segundo a Embrapa.

Por ser de origem tropical, o capim-amargoso se adapta ao clima da maioria das regiões produtoras do país e nasce praticamente o ano inteiro. Ele está presente principalmente nas lavouras de milho, soja e algodão. 

Lavoura Limpa

Para enfrentar problemas como o aumento de plantas resistentes ao glifosato e promover o manejo correto de plantas daninhas, como o capim-amargoso, a Syngenta dispõe de uma combinação de soluções que contribuem para o aumento da produtividade. 

Elas integram o Programa Lavoura Limpa, que reúne a eficiência tecnológica de herbicidas em um programa de manejo e monitoramento das plantas infestantes. O grande diferencial  do programa é justamente o controle em diferentes momentos e com herbicidas com modos de ação distintos, incluindo pós e pré-emergentes, resultando em um controle eficaz e que também impede a competição inicial da lavoura com a planta daninha.

No Lavoura Limpa, a orientação para o controle do capim-amargoso é fazer o manejo antecipado, em um período que varia de 10 a 15 antes do plantio da soja, com o uso combinado de Viance (cletodim) e Zapp QI (glifosato), pós-emergentes, com ação sistêmica. Posteriormente, é necessário realizar uma aplicação sequencial, no pré-plantio, 0 a 3 dias antes da semeadura da cultura, combinando produtos de contato e de pré-emergência, explica Eduardo Ozorio.

Neste caso, a Syngenta orienta o uso do Gramocil, que é um produto de contato, com ação em pós-emergência e do Dual Gold, que atua na pré-emergência e que complementa essa aplicação, sendo eficiente no controle das plantas daninhas que poderiam emergir junto com a cultura. “O Dual Gold pode ser aplicado em diversas culturas além da soja, como milho, algodão, cana-de-açúcar e feijão entre outras. Ele é altamente seletivo e possui um efeito residual de longo prazo”, lembra Eduardo. 

Para quem já fez o plantio e enfrenta problemas com o amargoso dentro da soja, a orientação é entrar diretamente com a aplicação de Viance (cletodim) e Zapp QI (glifosato). “O produtor deve sempre seguir o calendário, respeitando os diferentes momentos e modos de ação de cada produto e fazendo esse manejo de forma integrada, para que todos se complementem e tenham ações eficientes”, diz Eduardo Ozorio. 

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Produtores e futuro governo discutem assimetrias do Mercosul após diferença de produtos chegaram a 400% no bloco econômico

Por: AGROLINK
Publicado em 26/12/2018 às 11:08h

Ação foi definida em audiência com futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina

As entidades representativas dos três estados do Sul dos setores do arroz, alho, leite, maçã, trigo, uva e vinho vão oficializar demandas urgentes sobre as assimetrias do Mercosul para equipe de transição do governo federal. A ação foi definida em audiência, que contou com a presença da futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e demais lideranças que debateram a participação do país no bloco econômico. O encontro ocorreu na semana passada. As demandas serão encaminhadas para serem implementadas ainda em janeiro pelo futuro governo.

Diferenças tributárias, fiscais, cambiais e ambientais que envolvem o comércio entre as nações foram temas tratados na reunião. Os integrantes das diferentes associações apresentaram os alarmantes dados dessas culturas e as condições desiguais de comércio com os países membros do Mercosul.

Segundo dados apresentados pelas entidades, o custo de produção dos outros membros do tratado de Assunção é bem mais inferior do que o nacional. De acordo com o economista chefe da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), a diferença de preços entre os principais insumos pode chegar a quatro vezes mais “É comum os produtos custarem 100% a mais, mas, em alguns casos, superam 400%”, detalhou. A alta carga tributária brasileira também foi apontada como um dos principais entraves à concorrência entre os membros do bloco.

Tereza Cristina destacou que o governo trabalhará firme para eliminar as injustiças do Mercosul. “Uma coisa positiva que tenho visto neste novo governo é a interlocução entre os diferentes setores. Por isso é importante apresentar todos os problemas que as cadeias do arroz, alho, leite, maçã, trigo, uva e vinho tem enfrentado. Então, precisamos sim, rever o Mercosul, pois ele, hoje, é danoso para o agronegócio brasileiro”, pontuou.
 

Progressos no Plano ABC e nas boas práticas em 2018

Por: MAPA
Publicado em 26/12/2018 às 16:09h

Responsável pelo fomento do setor agropecuário e da produção sustentável, a Secretaria de Mobilidade Social, do Produtor Rural e do Cooperativismo (SMC) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), lançou neste ano com a Embrapa a Plataforma ABC para monitorar as tecnologias da agricultura de baixa emissão de carbono. A iniciativa é considerada fundamental para consolidar o cumprimento da NDC (Contribuição Nacionalmente Determinada) assumida pelo Brasil no Acordo de Paris.

A secretaria também lançou o Plano Agro+ Mulher para estimular ações que promovem a igualdade entre homens e mulheres no campo, de modo a proporcionar dignidade e autonomia feminina e contribuir para o desenvolvimento econômico e social.

Outra iniciativa foi a formulação da Política Nacional de Fortalecimento da Agricultura Irrigada para apoio à pequena produção, promovendo o uso racional da água e a expansão da área irrigada. Neste ano, foram entregues mais de 10 mil kits nos estados de Mato Grosso, Ceará, Piauí, Alagoas, Maranhão e Minas Gerais e no DF.

Entre os resultados alcançados está a expansão dos Núcleos de Agroecologia nos estados e o fortalecimento da cadeia da produção orgânica.

Para agregar maior valor à produção pecuária, foram implementadas Boas Práticas nas cadeias da bovinocultura de corte, suinocultura e avicultura. Também ocorreu avanço na formulação de Normas Técnicas Específicas para produção integrada agrícola para a cultura de grãos. 

O Programa Mais Leite Saudável foi implementado em 19 estados, com mais de 37 mil produtores atendidos e, aproximadamente, R$ 130 milhões de crédito tributário aplicados em projetos para o fortalecimento da cadeia do leite.

Houve também aprimoramento de acordos birregionais com a União Europeia para a proteção de marcas nacionais de denominação de origem. A Indicação Geográfica passou a valer para produtos de pequenas cadeias, como o açaí, queijo artesanal, cachaça, mel e farinhas. Também houve ações para o fortalecimento a cadeia produtiva do azeite de oliva.

Repasses

A SMC tem 2.153 contratos em execução, atendendo a 1.452 municípios brasileiros, com R$ 1,1 bilhão. Desse total, 63,5% dos recursos são destinados à patrulha mecanizada, máquinas e implementos agrícolas; 24,5% em melhoramento de estrada e vias de escoamento da produção; 9,2% em construções e obras de infraestrutura; e 3% em aquisição de equipamentos para agroindústria.

Convênios são142 em execução, envolvendo diferentes ações em 23 estados brasileiros, com recursos de R$ 81,4 milhões. Cerca de 28% envolvem aplicação direta em ações prioritárias para Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER).

Nessa área, foi finalizada pesquisa sobre o Perfil do Médio Produtor brasileiro. E concedido apoio à ação de fortalecimento da assistência técnica, por meio das Emater’s estaduais em 24 unidades da Federação, com repasses de R$ 16 milhões.

Para incentivar o associativismo e o cooperativismo, foi apoiada a formação de líderanças com ênfase nas regiões Norte e Nordeste. O ano foi marcado pela conquista de espaço na Rede de Cooperativas do Mercosul (RECM).
Para o desenvolvimento da classe média rural, o Programa Agro+ Produtor Rural, com foco em capacitação e assistência técnica para pequenos e médios produtores, foi implementado em oito estados. O objetivo é qualificar profissionalmente produtores rurais e expandir a renda dos estabelecimentos.